ELA VEM CHEIA DE RISOS...AO ME VER RETORNANDO. NO MOMENTO QUE ME OLHA, COMEÇA A CANTAR "DE VOLTA PRO MEU ACONCHEGO" E ME ABRAÇA, DIZENDO QUE ESTAVA TORCENDO E ORGULHOSA DE MIM. UMA AMIGA E UMA PRIMA NÃO ME DEIXAM QUIETA, QUATRO MULHERES AMIGAS, MÃE, PRIMA, AMIGA E EU...DEITADAS NUMA CAMA COMENDO DOCINHOS E RINDO A BEÇA.
ENTÃO... MÃE! SOU O QUE A SENHORA É..E QUERO ENVELHECER COMO A SENHORA ENVELHECE. SE DIZ QUE FICAM RABUJENTOS..MINHA MÃE É UMA EXCESSÃO. ELA É PURA ADRENALINA, PURA DIVERSÃO...UM IMENSIDÃO DE ALEGRIA, UM MAR DE FÉ, UM ETERNIDADE DE FORÇA. NÃO EXISTE DINHEIRO MAIOR, MOMENTO MAIS ESPECIAL, DATA MAIS IMPORTANDE, QUE O SIMPLES SEGUNDO ESTANDO DO SEU LADO MINHA LINDA! DIZEM ASSIM..OLHE PRA MÃE E VC VERÁ COMO SERÁ SUA FILHA... SE ISTO FOR VERDADE, MEU FUTURO SERÁ BRILHANTE, UMA GLÓRIA !!!! TE AMO MINHA LINDA!
sábado, 27 de março de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
MEU JEITO DE SER!

Pareço estabanada que só,
desligada até,
transparente e sem nó.
Falo o que quero
e até o que não quero.
Digo o que penso
e até o que nem havia pensado.
O que podia,
ou o que não podia ser dito.
Penso rápido e falo ligeiro,
Que até me atrapalho.
Troco os nomes das coisas
E das pessoas.
Esqueço coisas sem importância,
Mas nunca as importantes.
Sou matreira e determinada.
Nunca desisto do que quero
E custo a entregar os pontos.
Pareço viver no mundo da lua,
Só que sou conectada,
Como que ligada na tomada.
Trabalho como um estivador
Sem pena e nem dó,
Mas rezo como um anjo rezador
Que a Deus se entregou.
O meu dia é muito curto,
Para o tudo que quero fazer.
O tempo passa voando
E atrás dele passo correndo.
Dia e noite sem parar,
Nesta vida vou lutando,
Vou buscando e vou fazendo.
Penso grande e quero muito.
Pois pouco não quero ser,
Já vivi mais de três décadas,
E não cheguei nem na metade
De tudo que ainda vou fazer.
Quero ser grande e quero ser forte.
Para nesta vida escrever.
Larissa com letras grandes
E minha história acorrer
Tem gente que ainda me vê,
Do jeito que eu era antes.
Nem parou para perceber
Que uma nova Larissa ,
Eu mesma fiz nascer.
Pode crer gente boa,
Eu não vivo à toa.
Trago Deus no coração
E vivo o meu presente,
Como se a cada instante,
Só aquilo tivesse que fazer.
E eu apenas lhe peço.
Que me aceite como sou.
Pois não tem escapatória
E nem existe jaculatória
Ou grande reza das brabas,
Que faça essa Larissa,
De outro jeito ser.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Rubem Alves
Feliz 2010
sábado, 12 de setembro de 2009
NOVO DE NOVO
Espante as mágoas que insistem em te perseguir,corra com as velhas lamentações, deixe-as em um canto,esvazie as gavetas da cômoda e remova:pedaços de passado que sufocamretratos e fotografias do antes que não volta,cartas e bilhetes que machucam,lembranças do que não foi e do que não aconteceu…Faça novo de novo, tudo o que precisa de atenção,comece pela sua aparência, examine-se no espelho,às unhas, os pés, às mãos que fazem carinho,e esses olhos hein?O que será que eles dizem?será que eles falam do seu amor, do seu desejo,ou reclamam antes que a sua boca se abra,falam apenas de mágoas e decepções,cuide desses olhos…
Não perca essa chance de transformar:dor em aprendizado,tristeza em motivação,sentimento de revolta em disposição para servir,estender as mãos e recomeçar em novo rumo,ali, naquela estrada simples, sem asfalto ainda,onde você pode plantar uma flor na beirada,e criar um caminho florido, verdejante,ainda que tenha espinhos,as flores sempre serão a maioria.
Faça novo, de novo, só por hoje…
Não perca essa chance de transformar:dor em aprendizado,tristeza em motivação,sentimento de revolta em disposição para servir,estender as mãos e recomeçar em novo rumo,ali, naquela estrada simples, sem asfalto ainda,onde você pode plantar uma flor na beirada,e criar um caminho florido, verdejante,ainda que tenha espinhos,as flores sempre serão a maioria.
Faça novo, de novo, só por hoje…
PENEIRA

Certa vez, uma mãe muito preocupada com a educação de sua filha a surpreendeu, junto a um grupo de amigas, comentando acerca de uma outra amiga ausente.
O comentário naturalmente era desagradável. A mãe, então, convidou todas as meninas a seguirem com ela para a cozinha. Ali tomou de três peneiras, uma vasilha e uma porção de farinha. Despejou a farinha na primeira peneira, de furos grandes e facilmente a farinha passou para a segunda peneira que tinha furos um pouco menores. Agitou um pouco e a farinha caiu na terceira peneira, de malhas mais finas. Chacoalhou outra vez e a farinha finalmente caiu dentro da tigela.
A mãe tomou, então, de uma tampa e com cuidado, cobriu o recipiente para que a farinha não se espalhasse, caso um vento forte se apresentasse. As meninas acharam aquilo tudo muito estranho e ficaram olhando, sem entender nada. A senhora sorriu e falou, dirigindo-se especialmente para a filha:Vamos imaginar que a farinha represente o comentário que você ouviu de alguém a respeito da sua amiga. Antes de passá-lo adiante, vamos passá-lo pelas três peneiras. Você tem certeza de que o que lhe contaram é a pura verdade?Bem, disse a garota, certeza mesmo eu não tenho, só ouvi alguns comentários.Se você não tem certeza, falou a mãe, a informação vazou pelos furos grandes da peneira da verdade. Agora vamos passá-la pela segunda peneira, a da caridade.Pense, minha filha, você gostaria que dissessem de você isto que você falava a respeito da sua amiga?Claro que não, respondeu prontamente a garota.Então a sua história acaba de passar pelos furos da segunda peneira. Agora caiu na terceira, que se chama razão. Você acha que é necessário, que é útil passar adiante esta história?A menina pensou um pouco,coçou a cabeça e respondeu:Pensando bem, acho que não há nenhuma necessidade.Pois muito bem, completou a mãe, assim como a farinha passou pelas três peneiras e ficou guardada na vasilha tampada, protegida do vento, o comentário que você ouviu, depois de passar pela peneira da verdade, da caridade e da razão, deve ficar guardado dentro de você. Assim procedendo, você impedirá que o vento da maledicência espalhe a calúnia e traga maiores sofrimentos para sua amiga.
O comentário naturalmente era desagradável. A mãe, então, convidou todas as meninas a seguirem com ela para a cozinha. Ali tomou de três peneiras, uma vasilha e uma porção de farinha. Despejou a farinha na primeira peneira, de furos grandes e facilmente a farinha passou para a segunda peneira que tinha furos um pouco menores. Agitou um pouco e a farinha caiu na terceira peneira, de malhas mais finas. Chacoalhou outra vez e a farinha finalmente caiu dentro da tigela.
A mãe tomou, então, de uma tampa e com cuidado, cobriu o recipiente para que a farinha não se espalhasse, caso um vento forte se apresentasse. As meninas acharam aquilo tudo muito estranho e ficaram olhando, sem entender nada. A senhora sorriu e falou, dirigindo-se especialmente para a filha:Vamos imaginar que a farinha represente o comentário que você ouviu de alguém a respeito da sua amiga. Antes de passá-lo adiante, vamos passá-lo pelas três peneiras. Você tem certeza de que o que lhe contaram é a pura verdade?Bem, disse a garota, certeza mesmo eu não tenho, só ouvi alguns comentários.Se você não tem certeza, falou a mãe, a informação vazou pelos furos grandes da peneira da verdade. Agora vamos passá-la pela segunda peneira, a da caridade.Pense, minha filha, você gostaria que dissessem de você isto que você falava a respeito da sua amiga?Claro que não, respondeu prontamente a garota.Então a sua história acaba de passar pelos furos da segunda peneira. Agora caiu na terceira, que se chama razão. Você acha que é necessário, que é útil passar adiante esta história?A menina pensou um pouco,coçou a cabeça e respondeu:Pensando bem, acho que não há nenhuma necessidade.Pois muito bem, completou a mãe, assim como a farinha passou pelas três peneiras e ficou guardada na vasilha tampada, protegida do vento, o comentário que você ouviu, depois de passar pela peneira da verdade, da caridade e da razão, deve ficar guardado dentro de você. Assim procedendo, você impedirá que o vento da maledicência espalhe a calúnia e traga maiores sofrimentos para sua amiga.
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